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      Mãezinhas

      Não me julgue por ser uma mãe imperfeita!

      08/07/2016 POR Bruna Brenneisen

      Eu confesso: sou uma mãe que erra. Não era pra isso ser uma grande revelação, não era pra ser uma novidade, não era pra eu ter que falar isso, mas eu preciso dizer, para o meu bem, para o bem de qualquer mãe.

      Sou uma mãe em uma busca constante por melhorar. Sou uma mãe que lê livros, assiste documentários, vai a palestras, faz mil pesquisas em sites confiáveis e se vira nos trinta incansavelmente pra pesquisar novas e corretas teorias sobre educação infantil nas épocas atuais. Uma mãe que tenta, mas que muitas vezes não consegue.

      Uma mãe que fica muitas madrugadas acordada acalentando a filha que perdeu o sono, e que mesmo muito cansada não consegue reclamar disso, pois só pensa em agradecer a Deus por ter uma filha que pode chamar por seu nome de madrugada. Quantas mães dariam tudo pra ter isso novamente e já não o tem.

      Sou uma mãe que amamenta sua filha mesmo com os seios muito doloridos e sensíveis por conta da nova gravidez e chora em silêncio de dor.

      Uma mãe que trabalha pra poder comprar algumas roupinhas da moda e brinquedos que sua pequena ama. Uma mãe que tem plena consciência que mais que brinquedos e coisas materiais, um filho precisa de amor. Mas alguém poderia dizer a essa mãe como não sentir compaixão ao ver os olhinhos de sua filha brilhando por uma nova boneca incrível que sua amiga ganhou?

      Sou uma mãe que morre de saudade de assistir algo que gosta na televisão, mas que há muito tempo substituiu por desenhos animados e fica feliz por poder acompanhar a filha assistindo os programas preferidos dela, e não os seus.

      Uma mãe que precisa estar 100% disponível, pra brincar, cuidar, amar, proteger, sustentar, alimentar.

      Uma mãe que diariamente substitui desejos pessoais por desejos do próprio filho.

      Uma mãe que muito raramente consegue ir ao banheiro tranquilamente e desacompanhada.

      Uma mãe que senta no chão e brinca de casinha, panelinha, bonecas, e tudo mais que a imaginação de uma criança permite criar.

      Uma mãe que lê livros e inventa histórias, que faz cócegas e fofa sua filha em cima da cama.

      Uma mãe que brinca de esconde-esconde dentro de casa e faz uma cabaninha com cobertor e com as cadeiras da cozinha.

      Uma mãe que não consegue ver outra mãe passando por um momento difícil com seu filho, sem se colocar no lugar daquela mulher e sentir seu coração estremecer de compaixão.

      Uma mãe que se cobra todos os dias sobre o que fazer diferente e sobre como ser melhor.

      Por isso, peço encarecidamente, por favor, me deixe ser imperfeita. Eu me basto com minhas próprias cobranças e já sofro o bastante com elas. Não me julgue por trabalhar em vez de ficar o dia inteiro com minha filha. Não me julgue por ter optado deixar minha filha de 1 ano com a avó no lugar de colocá-la na escolinha e desenvolver desde bebê alguns aspectos que você acredita que só a escola consegue estimular. Não me julgue se eu defendo a qualquer custo que palmada, palmadinha ou palmadão não faz bem pra uma criança e que por isso não faço nada disso com minha filha. Não me olhe torto por fazer minha filha dormir no meu quarto e só depois a levar para o seu, nem por deixá-la dormir entre eu e meu esposo até poucos meses atrás. Não aponte o dedo por eu não ter uma disciplina corretíssima com relação ao seu horário de dormir. Não me condene porque muitas vezes eu não resisto e dou um pirulito ou chocolate pra ela, ou acabo não fazendo as 5 cores diferentes no prato de refeição dela. Não me julgue por acabar ligando a televisão para que ela assista Peppa Pig para que eu possa fazer outra coisa, tampouco por recorrer aos desenhos animados no celular algumas vezes em que estamos num restaurante. Não me culpe por amamentá-la no peito com quase dois anos de idade. Não me julgue por não saber o que fazer quando ela não se comporta de forma esperada em um supermercado. Não me apedreje por algum comportamento meu que você possa ter visto e discordado, eu tenho os meus motivos pra fazer cada uma das coisas que faço. Você tem seus erros, e eu tenho os meus. Certamente muito do que você considera errado em mim, eu mesma também considero e luto para fazer diferente, assim como muito das coisas que você considera errado em mim, eu não considero e as faço porque realmente acredito ser melhor para mim e para minha pequena. Saiba também que todo erro meu é fruto da tentativa de acertar. Por isso, por favor, olhe para si, me cobre menos e não me julgue. Saiba que mães perfeitas não existem, e se existissem seriam chatas, e sendo chatas seriam imperfeitas também.

      Não me julgue por ser uma mãe imperfeita!

      A mãezinha

      Bruna Brenneisen

      Publicitária, 23 anos, mãe da Clarinha e do Francisco, e idealizadora do projeto Mãezinhas.com

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  • 5 anos atrás iniciava um novo ciclo que escreveria toda a história da minha vida dali em diante. 
Como diz a poeta: “Tú é o ser mais bonito que eu tive a sorte de conhecer!” Te amo @soudarlan ❤️
  • Inspirados e revigorados para dar e ser o melhor que pudermos naquilo que amamos. Trabalhar pra nós é uma missão, uma forma de ser feliz, fazer pessoas felizes e um mundo melhor. (Fotos RD 2018 e RD 2017) ❤️
  • Minha mocinha! ❤️ Minha parte!
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  • Parece que foi ontem mesmo que eu pedia incessantemente a minha mãe, que me deixasse dormir na casa da minha prima Táta. Eram os dias mais esperados da minha infância! Alguns aninhos mais tarde chegou a hora das nossas filhas fazerem a mesma coisa. Emocionada estou, apenas isso. ❤️
Duas Clarinhas lindas que mais parecem irmãs do que primas! 😝
  • Minha boneca Lol mais rara do mundo!
Demorei 21 anos pra encontrar e o valor é incalculável! 💕
  • Ela fará 4 anos. Mais precisamente às 4h23, do dia 03 de outubro. Foi nessa data, em 2014, que eu ouvi o seu choro pela primeira vez. E eu nasci junto. Como chorei naquele momento. Me desmanchei. Venci. Vencemos! Foi tudo tão vivo, tão intenso, tão forte. A experiência mais extraordinária que já vivi. 
Durante todo o dia de hoje fiquei me lembrando tudo que passei naquele 02 de outubro, que efetivamente antecedeu a data do nascimento da Clara e que foi inteiramente dedicado ao seu nascimento. Fui até o meu limite pra colocá-la ao mundo, mais que isso, porque sempre que eu chegava no limite, ele ficava maior. Me tornei ilimitada! Fui até o meu impossível, e iria assim, ainda que isso me custasse a vida. Mas não custou, pois a mão de Deus se fazia presente abençoando aquele lugar de angústia. 
Nunca me esquecerei do que passamos. Do medo, do sofrimento, dar dor, do medo, das lágrimas, do medo de perdê-la e de sofrer violência obstétrica, das tantas horas e posições feitas para que ela nascesse, do medo, da força e tempo de expulsão de fato, e do médico dizendo que ela estava em sofrimento e que precisaríamos ir pra cesárea de emergência. Como senti medo. Depois ainda teve as 16 injeções de anestesias que não pegaram. Tudo parecia dar errado, mas não deu. Porque dessa forma, ela veio ao mundo. Esse era só o início da minha vida materna, me mostrando que a partir dali, nada seria fácil, mas tudo seria melhor. E desde então eu sou uma nova mulher! Ali, no parto, já era a Bruna mãe, muito antes dela nascer. Do contrário eu jamais sentiria tanta dor, medo e angústia sem pensar em desistir, sem reclamar, sem achar que não ia conseguir. Eu tinha medo sim, mas sobretudo tinha coragem e determinação. Eu tinha a certeza que tudo aquilo transcendia qualquer tipo de limitação minha. Eu tinha em mim algo que só uma mãe consegue ter.

E assim como diz o seu nome, Clara nasceu, trazendo luz para minha vida. Trazendo sentido, cor e sabor. 
Obrigada Deus por nunca ter me desamparado. Obrigada, por me permitir viver tudo isso naquele dia e nos 4 anos que seguem a esse marco na minha história. Sem a Clara não existiria a Bruna, não essa.

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  • Ah essa gargalhada deliciosa me faz TÃO feliz! 💕 
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  • “- Vamos tirar uma foto!?” Diz ela com a pose pronta! 
Amo.

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Que alegria é ver a alegria dela!

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  • Bruna

    Brenneisen

    QUEM É ELA?

    Publicitária, 24 anos, mãe da Clarinha e do Francisco.

    É casada com Darlan, um papai designer e empreendedor muito dedicado, que não poupou esforços para dar vida a este grande projeto, chamado mãezinhas. Apaixonada pelas palavras escritas, criou o blog para compartilhar das experiências maternas com outras futuras e atuais mamães. Seu maior sonho sempre foi ser mãe, e torná-lo real dia após dia, torna-se uma grande e maravilhosa aventura da vida real, encarada corajosamente por tantas e tantas mulheres pelo mundo a fora.

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