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      Um filho é um antídoto contra a tristeza

      19/04/2018 POR Bruna Brenneisen

      Se eu tivesse que definir o que é ter um filho certamente usaria essa frase! - Apesar de simpatizar muito com aquela outra frase clássica que diz que: “ter um filho é ter um coração fora do peito”. Essa última pode até ser mais impactante, mas a primeira é a grande revelação que eu descobri sozinha depois que me tornei mãe. É a minha grande verdade!

      Se recorrermos ao Aurélio para termos a definição da palavra antídoto, ele nos trará o seguinte esclarecimentoRemédio contra a ação de um veneno.2 -Aquilo que evita, corrige ou contraria algo desagradável.”. Sendo assim, nessa metáfora o veneno é a tristeza e o remédio natural, a maternidade! 


      Prometi que não viria com aquele discurso do “Nem preciso dizer que a maternidade não é toda cor de rosa” até porque não é segredo para ninguém que a maternidade pode se apresentar muitas vezes um pouco solitária, principalmente no início, quando você vem com seu filho pra casa e descobre que seu marido passará os dias no trabalho e você terá de se virar o dia inteiro com esse novo serzinho que chegou ao mundo. Mas, sobretudo, ela é capaz de trazer um sentimento incrível de felicidade que nasce do mais íntimo do nosso ser. 


      Quando eu assisto o noticiário e penso perder a fé na humanidade, um filho vem e me diz que quer separar algumas bonecas pra doação para as crianças que não tem com que brincar;


      Quando eu chego cansada, exausta do dia de trabalho ganho gratuitamente uma massagem relaxante nas costas feitas por mãozinhas de anjo pequeninas e carinhosas;


      Quando estou sem tempo para fazer um almoço nutritivo e bem preparado, frito um ovo e esquento o feijão no micro ondas e escuto um sincero elogio que diz que aquele “ovinho com feijãozinho está uma delícia, mamãe!”; 


      Quando eu me sinto entediada, um filho me convida pra brincar de tinta guache e colorir príncipes e princesas;


      Quando estou preocupada com as inúmeras tarefas que tenho pra fazer na segunda-feira, vejo um filho pular na poça de lama feliz e contente como se não houvesse amanhã;


      Quando eu tenho vontade de desistir de um objetivo que parece distante e difícil vejo um filho se esforçar pra aprender a andar, e mesmo com as perninhas trêmulas e sem saber o que o espera ele não se permite desistir;  


      Quando me sinto sozinha, ouço uma voz gritando do banheiro: “-Mamãe, já acabei, vem me limpar!”


      Quando me sinto carente um filho que recém aprendeu a andar me para em todo canto da casa, agarra minhas pernas e me abraça apertado com os olhinhos fechados.


      Quando penso que meus filhos já me ensinaram de tudo um pouco, eles me mostram que ser mãe é aprender todo dia, o tempo todo! 


      Com uma criança em casa não há riso que fique travado, nem abraço que fique vazio, tampouco coração que não se encha de amor! O transbordamento da felicidade mais pura e verdadeira eu descobri quando me tornei mãe. Você já descobriu?

      Um filho é um antídoto contra a tristeza

      A mãezinha

      Bruna Brenneisen

      Publicitária, 23 anos, mãe da Clarinha e do Francisco, e idealizadora do projeto Mãezinhas.com

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  • 5 anos atrás iniciava um novo ciclo que escreveria toda a história da minha vida dali em diante. 
Como diz a poeta: “Tú é o ser mais bonito que eu tive a sorte de conhecer!” Te amo @soudarlan ❤️
  • Inspirados e revigorados para dar e ser o melhor que pudermos naquilo que amamos. Trabalhar pra nós é uma missão, uma forma de ser feliz, fazer pessoas felizes e um mundo melhor. (Fotos RD 2018 e RD 2017) ❤️
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  • Parece que foi ontem mesmo que eu pedia incessantemente a minha mãe, que me deixasse dormir na casa da minha prima Táta. Eram os dias mais esperados da minha infância! Alguns aninhos mais tarde chegou a hora das nossas filhas fazerem a mesma coisa. Emocionada estou, apenas isso. ❤️
Duas Clarinhas lindas que mais parecem irmãs do que primas! 😝
  • Minha boneca Lol mais rara do mundo!
Demorei 21 anos pra encontrar e o valor é incalculável! 💕
  • Ela fará 4 anos. Mais precisamente às 4h23, do dia 03 de outubro. Foi nessa data, em 2014, que eu ouvi o seu choro pela primeira vez. E eu nasci junto. Como chorei naquele momento. Me desmanchei. Venci. Vencemos! Foi tudo tão vivo, tão intenso, tão forte. A experiência mais extraordinária que já vivi. 
Durante todo o dia de hoje fiquei me lembrando tudo que passei naquele 02 de outubro, que efetivamente antecedeu a data do nascimento da Clara e que foi inteiramente dedicado ao seu nascimento. Fui até o meu limite pra colocá-la ao mundo, mais que isso, porque sempre que eu chegava no limite, ele ficava maior. Me tornei ilimitada! Fui até o meu impossível, e iria assim, ainda que isso me custasse a vida. Mas não custou, pois a mão de Deus se fazia presente abençoando aquele lugar de angústia. 
Nunca me esquecerei do que passamos. Do medo, do sofrimento, dar dor, do medo, das lágrimas, do medo de perdê-la e de sofrer violência obstétrica, das tantas horas e posições feitas para que ela nascesse, do medo, da força e tempo de expulsão de fato, e do médico dizendo que ela estava em sofrimento e que precisaríamos ir pra cesárea de emergência. Como senti medo. Depois ainda teve as 16 injeções de anestesias que não pegaram. Tudo parecia dar errado, mas não deu. Porque dessa forma, ela veio ao mundo. Esse era só o início da minha vida materna, me mostrando que a partir dali, nada seria fácil, mas tudo seria melhor. E desde então eu sou uma nova mulher! Ali, no parto, já era a Bruna mãe, muito antes dela nascer. Do contrário eu jamais sentiria tanta dor, medo e angústia sem pensar em desistir, sem reclamar, sem achar que não ia conseguir. Eu tinha medo sim, mas sobretudo tinha coragem e determinação. Eu tinha a certeza que tudo aquilo transcendia qualquer tipo de limitação minha. Eu tinha em mim algo que só uma mãe consegue ter.

E assim como diz o seu nome, Clara nasceu, trazendo luz para minha vida. Trazendo sentido, cor e sabor. 
Obrigada Deus por nunca ter me desamparado. Obrigada, por me permitir viver tudo isso naquele dia e nos 4 anos que seguem a esse marco na minha história. Sem a Clara não existiria a Bruna, não essa.

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  • Aí você pega seus filhos no flagra tirando uma selfie com a amiga! Eles não deviam fazer isso só quando fossem adolescentes e tivessem uns 13 anos!? (Detalhe pro irmãozinho metidinho que vendo a irmã com a amiga foi se
  • Ah essa gargalhada deliciosa me faz TÃO feliz! 💕 
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  • “- Vamos tirar uma foto!?” Diz ela com a pose pronta! 
Amo.

#mãedemenina #amormaior #maternidade
  • Primeira vez no palco do Centreventos Cau Hansen, por onde passam tantos bailarinos e bailarinas incríveis todos os meses. 
Que alegria é ver a alegria dela!

#amormaior #bailarina #filha #festivaldedançasacra
  • Bruna

    Brenneisen

    QUEM É ELA?

    Publicitária, 24 anos, mãe da Clarinha e do Francisco.

    É casada com Darlan, um papai designer e empreendedor muito dedicado, que não poupou esforços para dar vida a este grande projeto, chamado mãezinhas. Apaixonada pelas palavras escritas, criou o blog para compartilhar das experiências maternas com outras futuras e atuais mamães. Seu maior sonho sempre foi ser mãe, e torná-lo real dia após dia, torna-se uma grande e maravilhosa aventura da vida real, encarada corajosamente por tantas e tantas mulheres pelo mundo a fora.

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